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AUMENTA A DESIGUALDADE SOCIAL NO BRASIL - DADOS DO IBGE - Período 2012/2018

18 de julho de 2020

Tenho observado que os leitores deste blog têm acessado, com maior frequência,  as informações sobre a desigualdade da distribuição da riqueza no Brasil,  publicadas neste espaço, em março de 2017. Reproduzimos, hoje, a atualização feita pelo IBGE, em outubro de 2019 - comparando o período 2012/2018. Dada a extensão e detalhamento das informações do IBGE, nós apenas publicamos, aqui, aquelas que nos pareceram mais ilustrativas.   



Aumenta a desigualdade social no país,
revela pesquisa do IBGE

Estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que a concentração de renda aumentou em 2018, reforçando a extrema desigualdade social no Brasil.

O rendimento médio mensal de trabalho da população 1% mais rica foi quase 34 vezes maior que da metade mais pobre em 2018. Isso significa que a parcela de maior renda teve ganho médio mensal de R$ 27.744, enquanto os 50% menos favorecidos ganharam R$ 820. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). A pesquisa mostra ainda que esse resultado influenciou o aumento do Índice de Gini, instrumento que mede o grau de concentração de renda em determinado grupo, apontando a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos.

Quanto mais perto de 1, maior a concentração de renda em um país. Em 2018, o índice no Brasil chegou a 0,545, o maior desde 2012. Essas e outras informações fazem parte do módulo: Rendimento de Todas as Fontes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua. 

 PNAD Contínua 2018: 10% da população concentram 
                                                        43,1% da massa de rendimentos do país

No Brasil, o Índice de Gini do rendimento médio mensal real domiciliar per capita, que varia de zero (igualdade) até um (desigualdade máxima), foi estimado em 0,545 em 2018. Entre 2012 e 2015 houve uma tendência de redução (de 0,540 para 0,524), que foi revertida a partir de 2016, quando o índice aumentou para 0,537, chegando a 0,545 em 2018. Quando calculado para o rendimento médio mensal recebido de todos os trabalhos, o Índice de Gini foi de 0,508 em 2012, caindo até 0,494 em 2015 e voltando a subir até 0,509 em 2018.

Em 2018, o rendimento médio mensal real do 1% da população com maiores rendimentos era de R$ 27.744, o que corresponde a 33,8 vezes mais que o rendimento dos 50% da população com os menores rendimentos (R$ 820). A pesquisa também mostrou que a massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita, que era de R$ 264,9 bilhões em 2017, cresceu para R$ 277,7 bilhões em 2018. Os 10% da população com os menores rendimentos detinham 0,8% da massa, enquanto os 10% com os maiores rendimentos concentravam 43,1%. A massa de rendimento mensal real de todos os trabalhos da população ocupada em 2018, era de aproximadamente R$ 201,3 bilhões, 9,5% acima do valor em 2012.  

De 2012 (R$ 1.390) a 2015 (R$ 1.416) o rendimento médio mensal real proveniente de outras fontes (aposentadorias, pensões, aluguéis, programas de transferência de renda etc.) acumulou ganho de 1,9%, atingindo o valor médio de R$ 1.479 em 2018. Regionalmente, o Nordeste (R$ 971) registrou a menor média, enquanto o Sudeste (R$ 1.839), a maior em 2018. O percentual de domicílios atendidos pelo Bolsa Família caiu de 15,9% em 2012 para 13,7% em 2018.


BRASIL - Rendimento médio mensal real da população residente com  rendimento, a preços médios de 2018, por Grandes Regiões e segundo o tipo de rendimento – 2012/2018

Abertura
Territorial
        CATEGORIA
1912
1913
1914
1915
1016
1917
1918



  BRASIL
Todos os trabalhos¹
1.426
1.489
1.542
1.502
1.488
1.517
1.497
Outras fontes
906
908
937
965
953
972
971
Aposentadoria e pensão
1.402
1.417
1.427
1.469
1.465
1.483
1.473
Aluguel e arrendamento
1.091
1.088
1.222
1.323
1.219
1.171
1.161
Pensão alimentícia, doação e mesada de não morador
407
403
417
398
400
411
396
Outros rendimentos
384
381
401
411
371
390
387
Sudeste
Todas as fontes
2.414
2.470
2.557
2.476
2.506
2.457
2.563
Todos os trabalhos¹
2.425
2.511
2.627
2.512
2.562
2.477
2.572
Outras fontes
1.744
1.720
1.764
1.763
1.746
1.768
1.839
Aposentadoria e pensão
1.901
1.936
2.020
1.958
1.974
1.981
2.078
Aluguel e arrendamento
1.980
1.800
1.913
2.038
1.822
1.909
1.848
Pensão alimentícia, doação e mesada de não morador
720
801
821
843
772
793
777
Outros rendimentos
1.032
911
780
834
844
834
855
Sul
Todas as fontes
2.330
2.390
2.436
2.339
2.320
2.376
2.401
Todos os trabalhos¹
2.347
2.427
2.496
2.381
2.371
2.404
2.428
Outras fontes
1.608
1.618
1.656
1.623
1.585
1.682
1.694
Aposentadoria e pensão
1.772
1.815
1.880
1.794
1.770
1.844
1.862
Aluguel e arrendamento
1.783
1.621
1.621
1.688
1.731
1.699
1.622
Pensão alimentícia, doação e mesada de não morador
619
682
673
692
668
700
789
Outros rendimentos
823
806
727
816
685
789
741
Centro-Oeste
Todas as fontes
2.421
2.465
2.499
2.399
2.365
2.440
2.440
Todos os trabalhos¹
2.491
2.528
2.584
2.475
2.416
2.478
2.480
Outras fontes
1.539
1.567
1.576
1.554
1.628
1.668
1.650
Aposentadoria e pensão
2.168
2.078
2.151
2.100
2.197
2.166
2.191
Aluguel e arrendamento
1.516
1.479
1.585
1.569
1.613
1.530
1.495
Pensão alimentícia, doação e mesada de não morador
623
609
568
634
665
669
637
Outros rendimentos
620
779
666
645
612
719
643
1. Rendimento habitualmente recebido pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade

Rendimento médio do 1% mais rico da população é 33,8 vezes o rendimento dos 50% mais pobres - Dividindo-se a população em classes percentuais, conforme o rendimento médio, observou-se que, de 2017 para 2018, os 30% da população com menores rendimentos registraram variação negativa; já as classes de rendimento de 30% em diante tiveram ganhos que variavam de 0,1% (grupo de 30-40%) a 8,4% (1% com rendimentos mais elevados). O rendimento médio mensal real do 1% da população com maiores rendimentos era de R$ 27.744, o que corresponde a 33,8 vezes o rendimento dos 50% da população com os menores rendimentos (R$ 820).

Índice de Gini do rendimento médio mensal do trabalho chega a 0,509 em 2018 - O índice de Gini é um indicador que mede distribuição, concentração e desigualdade econômica e varia de 0 (perfeita igualdade) até 1 (máxima concentração e desigualdade). Quando calculado para o rendimento médio mensal recebido de todos os trabalhos, ele foi de 0,509 em 2018. O índice tinha caído entre 2012 (0,508) e 2015 (0,494). As Regiões Sul (0,448) e Centro-Oeste (0,486) apresentaram os menores índices e, no Nordeste, ele alcançou 0,520. De 2017 para 2018, no Norte, Sudeste e Sul esse indicador subiu, enquanto no Nordeste e Centro-Oeste houve retração. De 2015 a 2018, a trajetória ascendente do indicador foi mais acentuada no Norte (de 0,490 para 0,517) e no Sudeste (de 0,483 para 0,508).

Um décimo da população concentra 43,1% da massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita - A massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita, que era de R$ 264,9 bilhões em 2017, alcançou R$ 277,7 bilhões em 2018. Os 10% da população com os menores rendimentos detinham 0,8% da massa, enquanto os 10% com os maiores rendimentos concentravam 43,1%. Além disso, observou-se que esses 10% com maiores rendimentos detinham uma parcela da massa de rendimento superior à dos 80% da população com os menores rendimentos (41,2%). Entre as regiões, o Sudeste apresentou a maior massa de rendimento do país (R$ 143,7 bilhões), sendo este valor superior à soma das demais massas de rendimento regionais. As Regiões Sul (R$ 47,7 bilhões) e Nordeste (R$ 46,1 bilhões) produziram cerca de 1/3, cada, da massa da Região Sudeste. As Regiões Norte (R$ 15,8 bilhões) e Centro-Oeste (R$ 24,4 bilhões) foram responsáveis pelo equivalente a 11,0% e 17,0%, respectivamente, da Região Sudeste.

O rendimento médio mensal real domiciliar per capita foi de R$ 1.337, em 2018 e R$ 1.285, em 2017. As Regiões Norte e Nordeste apresentaram os menores valores (R$ 886 e R$ 815), e a Região Sudeste, o maior (R$ 1.639). Em 2018, o índice de Gini do rendimento médio mensal real domiciliar per capita para o Brasil foi estimado em 0,545. Entre 2012 e 2015 houve uma tendência de redução do índice de Gini do rendimento domiciliar per capita (de 0,540 para 0,524), que foi revertida a partir de 2016, quando o Gini aumentou para 0,537, chegando a 0,545 em 2018. Nas Regiões Sudeste, Nordeste e Sul, as mais populosas do país, esses índices foram de 0,533, 0,545 e 0,473, respectivamente. Entre 2017 e 2018, as Regiões Nordeste e Centro-Oeste apresentaram redução da desigualdade medida pelo índice de Gini, enquanto as demais regiões apresentaram indicadores maiores que no ano anterior.

Entre as Grandes Regiões, houve diferenças importantes na composição do rendimento domiciliar per capita, destacando-se a participação do rendimento de todos os trabalhos, que variou de 66,5%, na Região Nordeste, a 77,3%, na Região Centro-Oeste. O rendimento proveniente de aposentadoria ou pensão também apresentou diferenças regionais importantes: na Região Norte, a participação foi de 17,0%, vis-à-vis a participação de 24,5% registrada na Região Nordeste; nas demais, essa participação variou entre 16,6%, na Região Centro-Oeste, e 21,2%, na Região Sul.

Rendimento médio real de todas as fontes em 2018 volta a patamar abaixo de 2014 - De 2012 (R$ 2.072) a 2014 (R$ 2.177), o rendimento médio real de todas as fontes teve crescimento de cerca de 5,1%. A estimativa sofreu queda de 3,1% em 2015, passando a ser de R$ 2.110. Em 2016 e 2017, o comportamento foi de relativa estabilidade e, em 2018, registrou crescimento de 2,8%, com valor de R$ 2.166. Entre as Grandes Regiões, o rendimento médio mensal real de todas as fontes apresentou variações: o Sudeste registrou o maior valor (R$ 2.563), seguida pelo Centro-Oeste (R$ 2.440) e Sul (R$ 2.401), enquanto o menor foi verificado no Nordeste (R$ 1.412). De 2017 para 2018, o Nordeste foi a única região a ter variação negativa do rendimento e o Norte teve a maior expansão (7,8%). Frente a 2012, enquanto o rendimento médio de todas as fontes teve aumento de 4,5% no país, no Sudeste o avanço foi de 6,2%.

Rendimento de trabalho cresce 4,7% em relação a 2012, mas abaixo do patamar de 2014 - O rendimento médio mensal real de todos os trabalhos (calculado para as pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência) chegou a R$ 2.279 em 2014, caindo 4,1% em 2015 e mantendo-se quase estável nos dois anos seguintes, até chegar a R$ 2.234 em 2018. Em relação a 2012, quando a estimativa era de R$ 2.133, o rendimento de todos trabalhos de 2018 representou crescimento real de 4,7%. Entre as Grandes Regiões, o Nordeste (R$ 1.497) e Norte (R$ 1.735) registraram os menores valores para o rendimento habitual do trabalho, enquanto os maiores ficaram com Sudeste (R$ 2.572), Centro-Oeste (R$ 2.480) e Sul (R$ 2.428). 

Em relação a 2017, o Nordeste apresentou variação de -1,3%, enquanto as demais regiões tiveram crescimento, com destaque para Norte (5,6%) e Sudeste (3,8%). Na comparação com 2012, Norte e Centro-Oeste não apresentaram crescimento da estimativa; enquanto Nordeste (5,0%) e Sudeste (6,1%) tiveram aumento acima na média nacional (4,7%).

Rendimento de outras fontes no Sudeste é quase o dobro do no Nordeste
De 2012 (R$ 1.390) a 2015 (R$ 1.416) o rendimento médio mensal real proveniente de outras fontes acumulou ganho de 1,9%. Em 2016 (R$ 1.400) registrou perda de 1,1%, que foi revertida nos dois anos seguintes - com expansão de 2,4% e 3,2%, respectivamente -, atingindo valor médio de R$ 1.479 em 2018. Regionalmente, o Nordeste (R$ 971) registrou a menor média, enquanto o Sudeste (R$ 1.839), a maior em 2018.   No Brasil, em 2018, dentre todas as categorias que compõem o rendimento proveniente de outras fontes, o item aposentadoria ou pensão foi o que alcançou maior média (R$ 1.872), destacando-se o Centro-Oeste com o maior valor (R$ 2.191) e o Nordeste, com o menor (R$ 1.473). O crescimento dessa categoria de rendimento entre 2017 e 2018 foi de 3,3% e de 7,3% em relação a 2012.

Os rendimentos provenientes de aluguel e arrendamento tiveram valor médio de R$ 1.629 e apresentaram queda frente a 2017 (1,3%) e frente a 2012 (4,5%). A pensão alimentícia, doação ou mesada de não morador totalizavam, em média, R$ 635, com expansão em relação a 2017 (1,1%) e no confronto com 2012 (9,1%). Por fim, as pessoas que declararam possuir outros rendimentos, além dos já citados, recebiam R$ 582, em média. Essa estimativa apresentou expansão em 2018 (0,7%), contudo, teve queda de 10,7% frente a 2012. O valor dos outros rendimentos foi maior na Região Sudeste (R$ 855) e menor na Região Nordeste (R$ 387).

De 2012 a 2018, participação da aposentadoria ou pensão cresce e de outros rendimentos cai - Dentre os componentes dos rendimentos de outras fontes, o predomínio foi da categoria aposentadoria ou pensão, que teve frequência de 14,6% na população residente com rendimento. Nas demais categorias, os percentuais foram de 7,7% (na categoria “outros rendimentos”, que inclui seguro-desemprego, programas de transferência de renda do governo, rendimentos de poupança etc.); 2,5% (pensão alimentícia, doação ou mesada de não morador) e 2,1% (aluguel e arrendamento). De 2012 a 2018, observou-se crescimento das estimativas de aposentadoria e pensão e redução nas de outros rendimentos.

Norte e Nordeste têm maiores percentuais de pessoas com rendimentos de outras fontes - Entre as Grandes Regiões, os percentuais de pessoas que recebiam outros rendimentos (seguro-desemprego, programas de transferência de renda do governo, rendimentos de poupança etc.) se destacavam no Norte (10,2%) e Nordeste (12,2%), acima da média nacional (7,7%). O crescimento do percentual de pessoas com rendimento de aposentadoria e pensão foi observado em todas as Grandes Regiões do país desde 2012. De 2017 para 2018, destacou-se a expansão de 0,9 ponto percentual na proporção de pessoas com esse tipo de rendimento no Sudeste. Frente a 2012, a Região Sul teve o maior crescimento (2,3 pontos percentuais) dessa estimativa, passando de 16,0% para 18,3% em seis anos. O avanço desse indicador no Sul pode estar relacionado ao perfil etário da região, que conta com a população mais envelhecida do Brasil.

Rendimento médio mensal real da população residente, a preços médios de 2018, por Grandes Regiões, segundo o tipo de rendimento – 2012-201

Pessoas com ensino superior completo ganham o triplo daquelas com nível médio. As pessoas que não possuíam instrução apresentaram o menor rendimento médio (R$ 856). Por outro lado, o rendimento das pessoas com ensino fundamental completo ou equivalente foi 67,8% maior, chegando a R$ 1.436. Aqueles que tinham ensino superior completo registraram rendimento médio aproximadamente três vezes maior que o daqueles que tinham somente o ensino médio completo e cerca de seis vezes o daqueles sem instrução.

Massa de rendimento mensal real do trabalho sobe 9,5% entre 2012 e 2018 - A massa de rendimento mensal real de todos os trabalhos da população ocupada era em 2018, de aproximadamente R$ 201,3 bilhões, 9,5% acima do valor registrado em 2012. Esta teve movimento de expansão entre 2012 e 2014, com posterior queda entre 2015 e 2017 e recuperação de 3,9% em 2018.

Proporção de domicílios com Bolsa Família caiu de 15,9% em 2012 para 13,7% em 2018 - No Brasil, 13,7% dos domicílios particulares permanentes recebiam, em 2018, dinheiro referente ao Programa Bolsa Família. Esta proporção foi de 15,9% em 2012. Nas Regiões Norte e Nordeste, 25,4% e 28,2% dos domicílios recebiam este benefício, em 2018. O rendimento médio mensal real domiciliar per capita nos domicílios que recebiam o Bolsa Família foi de R$ 341 e naqueles que não recebiam foi de R$ 1 565. Para os domicílios que recebiam o BPC o rendimento médio domiciliar per capita foi de R$ 698 e para os que não recebiam, R$ 1.363.

O acesso a serviços básicos nos domicílios que recebiam algum programa também era diferente daqueles que não recebiam. Entre aqueles com o Bolsa família, 71,7% tinham abastecimento de água de rede geral; 37,6% tinham esgotamento sanitário com rede geral ou fossa séptica ligada a rede geral; 75,7% tinham coleta de lixo. Os valores para os domicílios que não recebiam Bolsa Família eram todos maiores, em particular o que se refere ao acesso a esgotamento sanitário (70,9%).

O mesmo comportamento foi verificado em relação à posse de bens. Entre os domicílios que recebiam o Bolsa Família, 95,3% possuíam geladeira; 30,2% máquina de lavar; 95,2% televisão e 13,3% microcomputador. Entre os que não recebiam do Bolsa Família, os percentuais foram: 98,5% possuíam geladeira; 70,6% máquina de lavar; 96,7% televisão e 47,4% microcomputador. A proporção de domicílios que recebiam BPC com acesso a abastecimento de água (80,8%), esgotamento sanitário (53,0%) e coleta de lixo (86,3%) foi menor que entre os domicílios não beneficiários em 2018 (86,0%, 66,8% e 91,3%, respectivamente). Quanto à posse de bens, as diferenças ocorreram sobretudo na posse de máquina de lavar roupa (44,0% frente a 65,8%) e microcomputador (18,7% frente a 43,6%).
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Para mais detalhes de dados acesse:

Créditos das Imagens:

1. Foto de: Camille Perissé/Agência IBGE Notícias


Nota - As imagens publicadas neste blog pertencem aos seus autores. Se alguém possui os direitos de uma delas e deseja retirá-la, por favor envie  seu comentário nesta postagem.    


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